“Esse negro corcel, cujas passadas
Escuto em sonhos, quando a sombra desce,
E, passando a galope, me aparece
Da noite das fantásticas estradas,
*Donde vem ele? Que regiões sagradas
E terríveis cruzou, que assim parece
Tenebroso e sublime, e lhe estremece
Não sei que horror nas crinas agitadas?
*Um cavaleiro de expressão potente,
Formidável, mas plácido no porte,
Vestido de armadura reluzente,
*Cavalga a fera estranha sem temor:
E o corcel negro diz: "Eu sou a Morte!"
Responde o cavaleiro: "Eu sou o Amor!"
O que seria da vida
Sem a luz da tua alma a me lumiar
Como seriam os meus dias
Sem o ardor do teu altar
ΨΨΨΨΨΨΨΨ
Onde encontro meu abrigo
Em tal sentido sem razão
Pois tu és canção lírica
Que reluz minha alma agora
Teu sentimento obscuro
É minha felicidade mórbida.
ΨΨΨΨΨΨΨΨ
Um amigo me ensinou a amar
Um inimigo me ensinou a odiar
Um pensamento me ensinou a rimar
Para as trevas me apagar...
ΨΨΨΨΨΨΨΨ
A ansiedade me faz buscar algo...
Algo que não encontro Viagens
ao meu subconsciente me acalmam.
Mas a dor é como
uma navalha que rasga a pele fere a carne.
Cicatrizes, nunca somem são marcas
do destino que moram em nosso corpo.
ΨΨΨΨΨΨΨΨ
Vejo a noite chegar, e com ela os doces
delirios que a dor veem aliviar
Cansei de sofrer só me
resta esperar e à tristeza me entregar
ΨΨΨΨΨΨΨΨ
Que por nele viver, amar e
sofrer, vou escriturando
Como lampejo em duros
enganos de minha dor, E assim…
com palavras te beijo!
ΨΨΨΨΨΨΨΨ
Não tem mais jeito
Não vale mais apena
Lutar por quem não merece
Aprendi a não me entregar tão fácil
Aprendi que nunca mais vou me entregar fácil
Agora que já estou feriado
Aprendi a nunca mais deixar
alguém brincar com os meus sentimentos
Aprendi a não confiar em mais ninguém!
ΨΨΨΨΨΨΨΨ
Por isso preciso de um amor
Que esteja disposto a me amar
Que também procure pela felicidade
E que não me faça chorar
ΨΨΨΨΨΨΨΨ
Vivendo uma jornada sem lógica
Vivendo tudo que tenho para viver
Contando cada minuto e cada segundo
Para então chegar o dia em que eu vou morrer
ΨΨΨΨΨΨΨΨ







